Como Sair da Matrix de Vencer Batalhas e Perder a Guerra

Bernardo Duarte costumava frequentar a casa de seu amigo Termos Reais quando adolescente. Passou seu ensino médio todo focando em estudar para passar no vestibular de uma Universidade Federal. Então ele venceu sua primeira batalha! Ingressou em Economia na USP e ficou fascinado com o que viu! Um curso repleto de brilhantes professores que ensinam sobre como o mundo capitalista funciona e (principalmente) como ele deveria funcionar. Até que…

O Termos Reais falava que achava estranho o fato daqueles ‘caras geniais sobre negócios’ nunca abrirem a própria empresa e repetirem as mesmas coisas que foram ensinadas quando o mundo ainda usava telégrafo para se comunicar. Parecia tão desconexo da realidade, mas tudo bem. Foco no objetivo! E qual era?

Nos 4 anos de faculdade, as batalhas diárias eram atingir notas boas nas matérias. Mas… Batalhas vencidas! Agora a meta era conseguir um estágio/trainee em uma instituição financeira ou em algum órgão público com remuneração ‘acima do mercado’. Outra batalha vencida!

Então Bernardo, no auge de seus 25 anos, se olhou no espelho e com toda honestidade e sinceridade viu a situação como ela realmente era. Recebendo um salário medíocre, em um emprego que odiava, convivendo por 8 horas diárias com pessoas que ele detestava.

Sem título
Guerra perdida, Bernardo. Foram apenas vitórias de Pirro.

Quando digo “Vitória de Pirro” estou me referindo exatamente a este padrão: enormes baixas físicas e psicológicas, perdas de recursos (tempo, energia, saúde) e altos custos financeiros. É basicamente a morte em vida.

Vencer a batalha mas perder a guerra é um modelo mental militar ensinado em algumas escolas de guerra e combate ao longo do mundo. Este ditado se refere a alcançar pequenas vitorias no curto prazo que acabam resultando em derrotas no longo prazo. E adivinhe só? É o longo prazo que conta em tudo – negócios, relacionamentos e na vida.

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Quando os japoneses atacaram Pearl Harbor foi uma vitória… no curto prazo. Os EUA entraram de cabeça na guerra e simplesmente devastaram o país do sol nascente. Apesar do contexto militar, este modelo mental tem aplicabilidade em todas as áreas de nossa vida.

Pense em vencer um argumento sobre uma discussão melhor candidato na eleição do Brasil, por exemplo) no Facebook. Isto só vai te causar prejuízos em sua imagem no longo prazo. Vão lembrar de você como o chatão do FB. Vale a pena? Vitória de Pirro.

Trabalhar inúmeras horas extras no emprego que você odeia, te custando tempo livre para desenvolver o seu próprio negócio e destruindo sua saúde no longo prazo. Vale a pena? Outra Vitória de Pirro.

A grande estratégia é a arte de olhar além da batalha presente e projetar o futuro. É necessário foco em seu objetivo.

É muito melhor você perder a batalha e ganhar a guerra. Mantenha sempre focado no LONGO PRAZO. Lembre-se que não é a emoção de ganhar uma ou duas batalhas que conta, e sim como a guerra termina.

Já dizia a sabedoria milenar de Sun Tzu: “Guerreiros vitoriosos vencem antes de ir para a guerra. Guerreiros perdedores vão para a guerra e depois procuram como vencê-la.”

Já pensou em ter o Termos Reais como seu Mentor?

Estou apenas oferecendo o Mentor VIP para um número limitado de pessoas que estão profundamente comprometidas com seu crescimento profissional e pessoal.

Se você quiser meu conhecimento, será um prazer compartilhá-lo.

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O cenário mais comum entre as pessoas é o seguinte:

  1. Se matar de trabalhar anos como funcionário de sua empresa, investindo pesado tempo (horas trabalhadas), saúde (comida e sono ruim), e dinheiro (MBA, Pós, Mestrado, Doutorado, cursos, etc);
  2. Além de estar perdendo saúde, tempo e liberdade em algo que você NÃO GOSTA (70% dos americanos ODEIAM os trabalhos, acredito que o número seja parecido no Brasil), está perdendo a oportunidade de criar o seu próprio negócio;
  3. Ao final, você pode ganhar as batalhas (as rodadas de demissões, os jogos de poder, as intrigas e manobras políticas dentro da empresa) sendo que o prêmio da GUERRA será… HEY, PERAÍ É ISSO MESMO? Um cargo de gerente ou diretor, e um aumento salarial desprezível perto do que você ganharia sendo proprietário do próprio negocio;
  4. Passam-se alguns anos e você percebe que não construiu nada para si mesmo e a demissão começa a rondar sua porta, afinal você está custando caro para a empresa;
  5. A demissão vem. O problema é que agora você tem uma esposa, filhos e o mundo cai em suas costas.

Portanto, e aqui mais uma vez menciono o que os americanos sempre me ensinaram: “ Look out the BIG PICTURE, Termos Reais”. Não se perca no calor emocional das batalhas de curto prazo. Foque no longo prazo. E aja apenas de acordo com OS SEUS objetivos de longo prazo, e não os de seu patrão, sogro e até mesmo esposa.

A propósito… você realmente tem objetivos determinados em sua vida, que você não abre mão por nada?

Se você quer aprender a ignorar as pequenas batalhas diárias e focar nas grandes guerras de sua vida, te convido a fazer parte do Brazillionaire Program e o Mentor VIP.

Será um prazer fazer parte da sua jornada rumo ao sucesso.

Seja Grande,

Termos Reais.

14 thoughts to “Como Sair da Matrix de Vencer Batalhas e Perder a Guerra”

  1. Olá TR,

    Parabéns pelo post.
    Eu fico muito pensativo sobre dedicar muitas horas trabalhando para os outros. Fico imaginando aquelas pessoas que passam o dia, fim de semana em função de empresa que nem é delas. Viver a vida toda para dedicar para os outros é complicado.
    Hoje eu uso o trabalho para me alavancar, mas daqui a alguns anos não quero trabalhar para ninguém.

    Abraços.

    1. Obrigado pelo elogio, Cowboy.

      Essas pessoas, ao ficarem velhas, vão parar e pensar: o que eu construí PARA MIM?

      E aí o mundo desaba sobre as costas quando eles racionalizam sobre a resposta: NADA.

      Nunca devemos amar a empresa que trabalhamos porque não sabemos quando o amor dela por nós acabará. É um risco absurdo.

      Você deve amar a SUA empresa. E se possível SUAS empresas. Dificilmente alguém acerta uma empresa da primeira vez, mas o que importa mesmo é acertar UMA vez.

      Forte abraço meu caro!

  2. Muito bom TR!

    De fato muitas pessoas se acomodam pensando “estou bem no MEU emprego/cargo”, mas aquele cargo/emprego não é dela, pertence ao empregador.

    Isso é relevante não só pela questão demissão, mas também pela questão autonomina. A pessoa pode até não ser demitida (como servidores públicos), mas em alguns, ou melhor, muitos momentos, sua voz não vai ser ouvida, suas decisões vão ser ignoradas e ela se acostumará a viver mediocrimente apenas como uma pequena peça numa engrenagem, peça essa que pode ser reposicionada a qualquer momento por uma nova e mais eficiente.

    Eu acho que é dever de todo mundo construir algo próprio, mesmo que paralelamete ao emprego. Não estou falando de família ou trabalhos voluntários, mas algo que dê dinheiro. A sensação de ganhar dinheiro por conta própria, mesmo que seja pouco, é muito mais gratificante do que ver o salário entrando na conta no primeiro dia do mês (acredite, isso é um êxtase para muitos, já vi colegas de trabalho brigando no banco porque o salário caiu na conta a tarde, e não de manhã).

    Abraços!

    1. Fala Sr. Ministro! Obrigado pelo elogio, meu caro.

      A sensação de ser proprietário de uma empresa pode causar arrepios para alguns. Eu sentiria arrepios ao saber que meu futuro está a mercê de um patrão. A qualquer momento você pode deixar de ser útil e… bem, aí todos sabem o que acontece. O mundo vira de cabeça para baixo, e junto vai embora casamento, etc.

      Um forte abraço meu nobre!

    1. Muito obrigado pelo elogio, Inglês!

      Sun Tzu tem um conhecimento atemporal que me deixa impressionado. Que homem de visão!

  3. Excelente texto Termo Reais,

    O que muitos não percebem é que ao vencer estas pequenas batalhas, acabam desperdiçando o excelente ativo: seu próprio tempo.

    Eu acabo me afastando de pessoas “tóxicas” que não me agregam nada e como você abordou no texto anterior, isso acaba trazendo alguns “haters”. Isto é sinal que estou fazendo a coisa certa.

    Parabéns pelo seus textos, grande abraço.

    1. Obrigado pelo elogio, aportador! Sempre bom te ver por aqui.

      Quanto mais haters, mais sinal que o seu trabalho está no caminho certo.

      Um dos maiores erros das pessoas é querer agradar a todos. Isto prende elas como uma âncora!

      Forte abraço!

  4. Show TR, by the way, esse filme que você fez referência, é muito top!!! Fury.

    Meu negócio próprio é viajar kkkk

  5. Ótimo texto, TR!

    Realmente existe uma cegueira sintomática na maioria das pessoas.
    Acho um absurdo a pessoa ter como objetivo “Fazer um MBA”, por exemplo. Fazer MBA é o meio de atingir um objetivo (agregar mais valor ao seu trabalho, seja para si próprio ou para outro) , e não o fim.

    1. Obrigado pelo elogio, Enriquecendo!

      “-Quero Fazer MBA!”
      “-Por quê?”
      -“Quero ser rico!”

      Eu olho, sorrio e balanço a cabeça e digo:

      -“Hmm”

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